du Contra: Aventura nas cavernas dos anões - PARTE 6

terça-feira, 7 de fevereiro de 2006

Aventura nas cavernas dos anões - PARTE 6

Subi uma escadaria muito longa e bem cuidada. Chegando no topo, me senti muito bem, o vento batia na minha cara, mas a temperatura estava bem agradável, e dava para ver nuvens quando olhei para baixo do precipício. No lugar, haviam várias plantações de trigo que deviam abastecer a cidade e algumas casas em volta.

Pedi informação para uma mulher sentada no lado de fora da primeira casa, e ela me apontou a casa de Lykourgos, a mais próxima do abismo. Era feita de tijolos de pedras pintadas de branco, com uma janela e uma porta de madeira, onde eu dei três batidas.

Um homem alto e magro abriu a porta, segurando uma lança e um escudo na outra mão. Após um tempo surpreso, falou:

- Não pode ser! Então você me encontrou, veio me visitar, sentiu saudade!

- Grande Feres! Muita saudade, meu velho amigo. Mas venho por outro motivo, preciso de...

- Ajuda? Logo imaginei, ninguém me procuraria sem um bom motivo - interrompeu Feres, com um ar de decepção - Mas é claro que não deixaria um amigo na mão! Muito menos alguém como você, Cluster.

- Ah, fico feliz, sabia que poderia contar com você.

Então contei de toda história, todos os detalhes, enquanto fui servido de peixe assado, acompanhado de pão recém saído do forno e uma taça de vinho. Lykourgos aceitou me ajudar a resgatar Lord Yank, logo de manhã já iríamos procurar as chaves necessárias para entrar na prisão e estudar as táticas que talvez faríamos.

No dia seguinte, fizemos uma excursão pela cidade. Roubamos casas, enganamos guardas, invadimos salas no palácio real, e por fim, subornamos um velho, que nos deu a informação que precisávamos para conseguir a chave principal. Aproveitamos para conseguir uma outra espada para mim, já que o guarda da entrada tinha ficado com a minha, e Feres tinha vários amigos.

De tarde, já estávamos na frente do portão principal da prisão, prontos para entrar. A princípio, fiquei surpreso com a falta de segurança do lugar, mas logo vocês verão que mudei de opinião. Nós avançamos cautelosos, mas não havia um só guarda, nenhum tipo de armadilha, ou coisa parecida que impedísse nossa entrada.

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Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5

Será que tá acabando? Suspense...

postado por Zeca Daidone - 19:32 -

3 Comentários:

Anonymous cav:

aew
passa no meu tmb www.eutenhopaginanaweb.cbj.net
hehehe gostei mt do post mt engraçado ;D
vlw flw ;D

fevereiro 07, 2006 7:50 PM

 
Anonymous Menel:

pow... engracado?
o q tem uma hist triste como essa, onde um bravo guerreiro eh feito de refem?
='(

cya

Feres =)

fevereiro 07, 2006 7:57 PM

 
Anonymous tonto nigger:

Esse caveira me parte a janta
/ (pi)
Tutu tchi
desculpa, soh to fazendo jus ao meu apelido
tchau
\o/

fevereiro 07, 2006 9:21 PM

 

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Blog feito para expressar opiniões que eram para ir contra a maioria da sociedade, mas acabam sem expressividade e não expressam nada com expressão mesmo. Então o objetivo é propagar informações e/ou qualquer coisa que talvez não sejam muito informativas, mas o principal e quem sabe até real motivo é servir como uma válvula de escape de uma criatividade extremamente fértil, que infelizmente de vez em quando não é bem direcionada. Por enquanto.

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cluster / josé a. daidone neto

Estudante de Engenharia de Computação na UFSCar, 22 anos de idade, inquieto quando era para ficar quieto e quieto quando era para inquietar-se, tenta estar animado mesmo diante dos piores cenários para nosso incerto futuro. Saiba mais aqui

Gosta muito de ler, de computadores, internet, desenhos animados, séries (mas não as numéricas), filmes de ação e de aventura, ama o seu quarto e é viciado em Pink Floyd, mas tem ouvido muita coisa ultimamente.

Não gosta de várias coisas, como por exemplo ter que repetir o que disse após um 'oi?' ou simplesmente perder um gol durante a educação física (isso não existe mais, enfim). Em tempos de universidade, não gosta de ter que dedicar tanto a teoria matemática e perceber que toda sua criatividade e tempo livre cada vez são menores. Também não gosta de ter que lembrar o que não gosta.

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