du Contra: História de M.F.W. - Primeira Parte

sábado, 21 de janeiro de 2006

História de M.F.W. - Primeira Parte

Meister Fudge Whacker (M.F.W.), codenome de um garoto que ainda podia falar 'eu sabo' e 'pacacete', e estava andando por uma rua que nem era asfaltada. Honestamente, não teria muita certeza de que aquilo fosse uma rua se não tivesse passado aquele carro importado à mil por dez horas e espirrado areia molhada na fantasia de super herói do menino.

Ele ficou bastante nervosinho, e logo pegou sua espada e saiu correndo atrás do carro. Pena que ele não podia correr na mesma intensidade que sua coragem e persistência. Falo em persistência porque, na esperança de uma parada do carro, ele não parou de tentar seguí-lo por um bom tempo.

Ele só desitiu quando, além de estar tomado pelo cansaço, uma velha muito horrorosa o parou e ofereceu para entrar e tomar um café. O garoto odeia café, mas aceitou, pois sentiu o início de uma aventura. Era óbvio que a velha era uma bruxa, não só pelo vestido escuro, chapéu pontudo, varinha, casa sombria, cheia de aranhas e gatos pretos na varanda, mas ela tinha mau hálito! Só podia ser uma bruxa.

Após entrar, sentou em um banquinho do lado de uma mesa redonda de madeira, enquanto a velha ia preparar o café. No centro da mesa havia um pote de vidro cheio de um líquido amarelado, e mergulhado nesse líquido um escorpião. Nosso aventureiro não gostou nada daquela visão, então foi logo dando golpes no pote, jogando-o no chão e esparramando todo líquido no chão de tijolo, enquanto o escorpião foi parar embaixo de um ármario esquisito. Não deu tempo de ver como era o ármario, pois a bruxa tinha acabado de voltar com uma xícara na mão.

Ela pareceu não ter notado nada, e deu o café fervendo para o garoto tomar. Logo no primeiro gole M.F.W. embarcou num sono profundo, e a mulher começou a dar gargalhadas, do tipo que você ouve e sente vontade de rir, mas com o bafo, tem vontade de vomitar.

Continua no próximo capítulo.
(Aliás, já são três histórias sem fim nesse blog.)

postado por Zeca Daidone - 21:03 -

4 Comentários:

Anonymous ton:

3 historias sem fim nesse blog? ker dizer q essa tbm n vai ter fim? =P

janeiro 21, 2006 10:52 PM

 
Blogger Cluster:

não, quero dizer que essa história está sem fim no blog, mas não quer dizer que em breve ele não seja revelado =)

janeiro 21, 2006 10:59 PM

 
Blogger Lews:

opa! pera lah... meu conto tem fim sim, soh pq n postei n quer dizer q nao tenha...

ah, qto ao post, tah dahorinha, nao sei onde o cluster quer chegar... soh sei q eh bem dificil andar à mil por hora em estrada de terra =P

3ª parte de "Por baixo do pano" semana que vem(!)

janeiro 21, 2006 11:59 PM

 
Blogger Cluster:

mil por hora não! é MIL por DEZ horas... 1000/10 = 100! =D wow, sou um gênio

janeiro 22, 2006 5:15 PM

 

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Blog feito para expressar opiniões que eram para ir contra a maioria da sociedade, mas acabam sem expressividade e não expressam nada com expressão mesmo. Então o objetivo é propagar informações e/ou qualquer coisa que talvez não sejam muito informativas, mas o principal e quem sabe até real motivo é servir como uma válvula de escape de uma criatividade extremamente fértil, que infelizmente de vez em quando não é bem direcionada. Por enquanto.

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Estudante de Engenharia de Computação na UFSCar, 22 anos de idade, inquieto quando era para ficar quieto e quieto quando era para inquietar-se, tenta estar animado mesmo diante dos piores cenários para nosso incerto futuro. Saiba mais aqui

Gosta muito de ler, de computadores, internet, desenhos animados, séries (mas não as numéricas), filmes de ação e de aventura, ama o seu quarto e é viciado em Pink Floyd, mas tem ouvido muita coisa ultimamente.

Não gosta de várias coisas, como por exemplo ter que repetir o que disse após um 'oi?' ou simplesmente perder um gol durante a educação física (isso não existe mais, enfim). Em tempos de universidade, não gosta de ter que dedicar tanto a teoria matemática e perceber que toda sua criatividade e tempo livre cada vez são menores. Também não gosta de ter que lembrar o que não gosta.

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