du Contra: Dezembro 2005

quarta-feira, 28 de dezembro de 2005

Lews irresponsável?

Hj jah é quarta-feira! :s Eu me comprometi a postar as atualizaçoes semanais obrigatórias das terças-feirsa, mas eskeci que só posso entrar na net a partir da meia noite, e meia noite já é o dia seguinte! Eu também estou sem assunto, pois eu pretendia postar um conto que eu estou escrevendo, mas não tenho ele inteiro pronto entao nao vou postar ainda pq nao quero que vcs leiam a parte 1 e fikem 300 anos esperando o resto, pois jah terão eskecido do começo...

Bom, se eu não postei no dia certo e não tenho assunto, só tenhu que pedir desculpas aos leitores e ao dono do blog. Só pra não ficar sem falar nada útil, vou indicar um jogo pra vcs: Fly for Fun. O jogo lembra muito Ragnarok, só que é free! =P

Já vou desejar feliz ano novo pra vcs pq não sei se vou voltar aqui antes de terça que vem... Tomara que eu volte com algo + útil pra postar!

Ah, to escrevendo assim meio desleixado msm pq já que o blog eh 'du-contra' vou contrariar o cluster que soh escrever certin! haesuheAS

Feliz ano novo! Até mais...

postado por Lews - 00:31 - comente (3)

sexta-feira, 23 de dezembro de 2005

Até mais ver

Seguinte, to fazendo esse post meio que na pressa, com minha mãe e meu pai berrando no meu ouvido, falando pra eu desligar o computador.

Daqui uns minutos to indo viajar, volto provavelmente dia 15/01/2006! =)

Mas não se enganem: o blog não ficará abandonado! Ele estará nas mãos do Lews, que prometeu postar alguma coisa quando der (leia-se terças-feiras). Então é isso, quando eu voltar, eu volto!

Agora fiquem com um presentinho de natal:

Natal

Tem Papai Noel
e também panetone
agora só tem pastel
e prefiro chocotone

Esse bom velhinho
nem tá mais na escola
mas é muito marotinho
faz propaganda pra Coca Cola!

Papai Noel tem rena
e fala Ho Ho Ho!
Vale muito a pena
quem não acredita se ferrou!

Eu que fiz!!! Beijos, fui...

postado por Zeca Daidone - 00:48 - comente (8)

terça-feira, 20 de dezembro de 2005

Outro como eu só daqui a mil anos

Abro a geladeira, uma garrafa cheia de Coca Cola e outra pela metade. Do lado, garrafa de iogurte de morango. Fecho a geladeira, e bebo água. Volto para meu quarto, pego o negócio de cima da cama, e me dirijo para rua.

Agora escolho uma praça perto de casa. Poderia apostar os 5 Golden Tickets para entrar na Fantástica Fábrica que todos os que sabem onde moro estão pensando na praça errada. Essa é bem vazia, não tem brinquedos, campo de futebol, nem igreja ou velhinhos jogando damas.

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O caminho de ida foi sem graça, nada que precise ser relatado. Chegando lá, sento no primeiro banco que vejo, e espero um pouco. Sinto e aproveito o vento bater e bagunçar meu cabelo, o sol esquentar meus ombros, e minha mão pousar sobre cocô de pombo. Péssima escolha de banco, será que a falta de Coca já está fazendo efeito? Assento trocado, e resolvi fazer o que estava em meus planos principais.

O 'negócio', falado anteriormente, era um livro, do Ziraldo, que ganhei da madrinha da minha irmã no natal de 2001. Nunca é tarde para ler... Nome do livro é o mesmo do título deste post.

Enquanto lia, fui percebendo que realmente somos privilegiados. Estamos no Terceiro Milênio! Quanta gente não viveu, nem viverá isso, uma mudança de cada um dos quatro digitos do ano...

"... nem Freud, nem Picasso, nem Da Vinci, nem Newton, nem Shakespeare, Raul Seixas ou Beethoven, Graham Bell ou Tom Jobim, Drummond ou Santos Dumont, nem o Duque de Caxias ou a Isabel, que é princesa, nem a Rainha Vitória, o Lobato ou o Walt Disney, o Portinari ou o Monet chegaram, como você, tão pertinho do Futuro!"

Neste momento, passa dois homens engraçados, andando de bicicleta na rua. Um deles levava um ventilador, enquanto o outro, segurava um gato no colo. Pena que não tenho câmera digital, mas acreditem em mim, pois se fosse pra mentir, eu falaria que eles caíram no chão, e a Lurdinha apareceu pra ajudá-los, daí me viu sentado e puxou assunto, e o resto vocês já podem imaginar… Mas minha falta de sorte não permitiu nem um tombo engraçado pra melhorar este post.

"Mas não neste século, nem neste Milênio"

Terminei de ler, e passa um cachorro, gigante, feio, sarnento! Deu medo só de imaginar, mas ele andava em linha reta, rápido. Parecia que estava com destino certo, determinado a ir em algum lugar.

Não esperei ele se afastar tanto para me levantar e ir embora, pensava que minha falta de sorte não seria tão grande assim, a ponto do cachorro me escolher como alvo. Pena que meu otimismo as vezes é exagerado. Só pra explicar: um dia um senhor veio e me disse: "O sonho acabou", então respondi: "Que bom! Então agora é realidade?".

Alguns passos depois, me vi correndo para direção oposta, fugindo de um monstro em um jogo sem anti-luring! Achei um monte de pedra na frente de uma construção. Passando por ela, enchi minha mão e joguei no cão. Depois de algumas tentativas ele desistiu de mim, e eu pude voltar para casa, mesmo tendo que fazer um caminho três vezes maior, dando a volta por outro bairro.

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Talvez eu deveria ter lido em casa mesmo...
Não, teria sido muito mais chato, vou fazer isso mais vezes, quem sabe numa próxima vez num dê um post melhor?

Ah, isso aconteceu numa quinta, estou escrevendo na madrugada de sábado pra domingo, e provavelmente vou postar na terça. E Coca-Cola? Só dia 23, acho.

postado por Zeca Daidone - 19:00 - comente (13)

terça-feira, 13 de dezembro de 2005

Aventura nas cavernas dos anões - PARTE 4

Conforme nós avançávamos, o caminho se enchia de anões mortos, com muita coisa valiosa em seus corpos. Lord Ownz e Sir Wolf ficavam em dúvida se os saqueavam, mas no fim preferiram se apressarem para salvar o amigo, na volta talvez desse para juntar algo.

Eu, por ter a armadura e escudo mais forte, ia na frente, enquanto Lord Ownz vinha logo atrás, com sua incrível mira e força de suas flechas. Não conheço ninguém mais ágil. E Sir Wolf vinha logo depois, vira e mexe atacando bolas de fogo e campos de energia por cima de minha cabeça, não dando tempo para os inimigos se quer pensarem em alguma reação. Poder dificilmente testemunhado por outro humano de minha vila.

Depois de passar pelas duas estátuas, entramos em um corredor a esquerda, e chegamos em um grande saguão. Bem no fundo, tinha uma pequena porta entreaberta, como era o único caminho entramos sem muito medo, pois os anões que tinhamos enfrentado haviam sido fracos demais por enquanto.

Mas dentro dessa porta a coisa mudou, era uma espécie de refeitório, e estava lotado. Eram os maiores anões que eu já tinha visto, muito fortes e gordos, vestindo armaduras pesadas e machados que brilhavam com a pouca luz que iluminava aquela sala.

Admito que fiquei muito preocupado neste momento, e não esperava que iríamos nos sair tão bem. Em poucos segundos os anões começaram a gritar diversas frases em um dialeto que não compreendo meia palavra, e começaram a avançar pra cima de nós. Quando pensei em uma tática que salvou nossas vidas.

Voltamos para fora da porta, de modo em que somente um ou dois anões poderiam sair por vez. Dessa maneira, fomos matando aos poucos, um golpe de cada um de nós três em cada anão. Minha lâmina afiada perfurava barrigas, cortava pescoços. A flechada de Lord Ownz atravessava pulmões e cabeças. E Sir Wolf finalmente matava o inimigo eletrecutado ou queimado, que nem um pedaço de batata congelada caindo na frigideira. Até quando não sobrou ninguém dentro do refeitório, com o cheiro de comida sendo substituído pelo cheiro de defuntos.

Andando mais um pouco, descemos uma escada bem comprida, estreita, com degraus altos e irregulares, de pedra. Quando chegamos ao fim, entramos em um corredor curto, com três portas de ferro de cada lado. Era uma prisão, provavelmente o lugar em que encontraríamos Lord Yank. Mas estava totalmente vazia, não fosse pelo anão sentado e cochilando em uma cadeira de madeira do outro lado.

Não perdemos tempo em amarrá-lo na cadeira para conseguir tirar alguma informação, e não deu outra, depois de algumas ameaças, nós ouvimos o que queríamos. Os anões não resistem muito tempo sob pressão. Ele falou que um humano havia sido transferido para prisão de Kazordoon na noite anterior, uma cidade de anões que fica dentro de uma montanha, a leste das cavernas do subsolo.

postado por Zeca Daidone - 20:28 - comente (4)

sexta-feira, 9 de dezembro de 2005

Escola

Férias: época para se descançar das aulas.
Aulas: época para se descançar das férias.

Sério, quando eu era mais novo eu não via a hora de chegar as férias, mas quando chegava, não via a hora das aulas recomeçarem. Nunca me ensinaram que escola é um lugar para estudar, levar a sério... então eu sempre ia pensando em brincar: na hora certa ou não. A partir de um certo ano, comecei a me dar mal por isso, e nunca parei.

Hoje em dia quero férias. E só férias, não tenho vontade nenhuma de recomeçarem as aulas, nem curiosidade para saber quem estará na minha classe, quem vai me dar aula, ou o que vou aprender ano que vem.

Foram 14 anos pra eu começar a perceber agora pra que serve ir pra escola, nunca ninguém me dava uma resposta satisfatória ou falava a verdade.

Agora que já é tarde, aprendi a não gostar. Talvez seja bom, já que só falta um ano, e se eu gostasse estaria triste. Mas ainda é mais um ano, tudo indicando não ser o melhor. Ok, depende do ponto vista: quando o futuro virar passado, sei que vai ser o melhor, e último, e inesquecível.

Me fazendo lembrar o quanto eu não gosto de férias, e prefiro estar matando aula.

"Just when I knew all of life's answers, they changed all the questions"


(post escrito às 04:07 a.m.)

postado por Zeca Daidone - 23:40 - comente (12)

terça-feira, 6 de dezembro de 2005

Aventura nas cavernas dos anões - PARTE 3

No dia seguinte da captura de Lord Yank, ainda sem saber de nada, claro, fui treinar, como faço sempre, minha vila não tinha sido saqueada. Foi quando eu achei algumas tochas espalhadas pelo chão, com a marca da cidade grande no canto direito, um 'T' pequeno, em dourado. As tochas estavam na entrada da primeira caverna, próximas do buraco principal.

Achei estranho, mas prossegui, até achar um grupo pequeno de anões pouco equipados, fiquei só prestando atenção na conversa: "Ha ha! Há muitos anos que queremos isso... Um humano! Um humano preso conosco! Agora aquela raça vai ter o que merece..."

Desespero bateu em meu peito, se o exército dos humanos ficasse sabendo, uma guerra horrível poderia começar, e sangue era o que menos queria ver naquele momento da minha vida. Três quartos dos meus parentes tinham morrido na última invasão de Orcs, mesmo com a gente conseguindo contê-los.

Então, rapidamente, comecei a tomar rumo de volta para pedir ajuda, mas decidido em não espalhar muito as notícias, o exército tinha poder o suficiente para devastar aquele local. Foi quando, no caminho de volta, encontrei um antigo amigo, Lord Ownz, arqueiro dos bons. Por coincidência ele me perguntou de um tal de Lord Yank, sumido, fazia dois dias que não aparecia, depois de vir caçar por esses lados.

Contei das tochas com as marcas e de tudo o que tinha ouvido, então pediu para eu ir conseguir provisões na minha cidade, enquanto ele voltava avisar os parentes de Yank e, quem sabe, conseguir mais alguém para ajudar no resgate, quanto menos pessoas era melhor, mas somente em dois era arriscado.

No mesmo dia estávamos de volta, na entrada da caverna. Levei alguns peixes e runas mágicas de cura, presente de uma grande amiga druída, Kigij, junto com tochas o suficiente para uma semana de escuridão.

Lord Ownz vinha junto com um amigo mago de sua confiança, Sir Wolf, que parecia munido de bastante runas de ataque, e outras que estavam prontas para serem marcadas com a magia que fosse de nossa necessidade.

Entramos e logo percebi que as tochas realmente tinham sido um exagero. Uma luz muito intensa saía do mago, transformando a noite em dia, bem diferente da luz que Lord Yank emitiu tempo atrás.

postado por Zeca Daidone - 17:59 - comente (7)

sexta-feira, 2 de dezembro de 2005

Eu odeio quem odeia que odeiem algo

É isso mesmo, fui tentar ter alguma inspiração para post novo no orkut, e na busca de comunidades, procurei por 'odeio', 'amo', e por fim, 'odeio odeia'.

Porra, quantos resultados! Vários de dez de mais de mil. Ter comunidades do estilo 'eu odeio' ou 'eu amo', apesar de já terem enchido o saco, são toleráveis. Mas raios, odiar alguém, só porque ele odeia algo? As pessoas tem direito de gostar ou não de alguma coisa, daqui a pouco veremos algo do tipo: 'Eu odeio quem me odeia porque odeio as pessoas que odeiam o ódio'. (Lembrei do Tiririca agora!!!)

Agora pense comigo, para chegarem ao ponto de criar uma comunidade desse tipo (eu odeio quem odeia), é porque essa coisa deve realmente ser tão boa, para ter tantos que não gostam dela! Hahaha... por isso eu gosto das coisas que odeiam que odeiem só para ir contra a maioria.

Foda-se mesmo, orkut tá cada vez pior... Scraps pra que? Símbolo escroto de status virtual. Amigos? Quem é esse mesmo? Comunidades? Mais fácil fazer várias listas do que você gosta, acha, ou pensa. Útil mesmo são as sortes do dia. Estou fazendo minha coleção!

Sorte de hoje:
Você tem um coração generoso e é bem-amado

Sorte de hoje:
Você é generoso, hospitaleiro, alegre e querido

Sorte de hoje:
Seu sorriso singelo será sua salvaguarda garantida

Sorte de hoje:
O seu raciocínio é perspicaz, prático e analítico

Sorte de hoje:
Você nunca vacila ao lidar com os problemas mais difíceis

Sorte de hoje:
Sua mente é criativa, original e perspicaz

Sorte de hoje:
Generosidade e perfeição são seus eternos objetivos


Sem muitos comentários, pura verdade.

Aos poucos eu vou publicando o conteúdo da minha coleção! =)

postado por Zeca Daidone - 18:34 - comente (7)

o que era pra ser?

Blog feito para expressar opiniões que eram para ir contra a maioria da sociedade, mas acabam sem expressividade e não expressam nada com expressão mesmo. Então o objetivo é propagar informações e/ou qualquer coisa que talvez não sejam muito informativas, mas o principal e quem sabe até real motivo é servir como uma válvula de escape de uma criatividade extremamente fértil, que infelizmente de vez em quando não é bem direcionada. Por enquanto.

quem acho que sou?

cluster / josé a. daidone neto

Estudante de Engenharia de Computação na UFSCar, 22 anos de idade, inquieto quando era para ficar quieto e quieto quando era para inquietar-se, tenta estar animado mesmo diante dos piores cenários para nosso incerto futuro. Saiba mais aqui

Gosta muito de ler, de computadores, internet, desenhos animados, séries (mas não as numéricas), filmes de ação e de aventura, ama o seu quarto e é viciado em Pink Floyd, mas tem ouvido muita coisa ultimamente.

Não gosta de várias coisas, como por exemplo ter que repetir o que disse após um 'oi?' ou simplesmente perder um gol durante a educação física (isso não existe mais, enfim). Em tempos de universidade, não gosta de ter que dedicar tanto a teoria matemática e perceber que toda sua criatividade e tempo livre cada vez são menores. Também não gosta de ter que lembrar o que não gosta.

siga este caminho

nostálgico passado

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